A Causa, a reposição das verdades. Esta é a primeira obra, ou seja o pilar central de uma série de pontes a estabelecer para toda uma série de outras verdades, pois é chegada a altura de serem repostas, em nome do Universalismo do qual esta terra Lusa é “Porta Estandarte”.
O Cavaleiro da Ilha do Corvo, envereda por levantar o véu sobre aquilo a que nós chamamos os “Redescobrimentos”, que não torna a árdua tarefa de dar novas cartas de rumo, através do “Grande Oceano”, numa tarefa menor, mas bem pelo contrário, numa muito maior, e que só poderia ser entregue a um escol idóneo confiável e tenaz. Não foi uma coincidência, foi a única opção, por ser a mais inteligente.
Daqui, será extraída uma longa metragem com uma aposta não internacional, mas universal, numa mega produção com os devidos cuidados, de forma tanto a que na sua realização, equipas técnicas, casting etc...se obtenha um efeito de filme com a qualidade com que as melhores produções internacionais se nos habituaram a aparecer. Por tudo isto, é importante que esta produção seja independente. Inclusivé para evitar os efeitos nocivos normalmente adjacentes a fundos de instituições oficiais criadas para tais fins. Todos nós sabemos por consequência o que é que isso normalmente arrasta. Ao revelar-se uma verdade não ortodoxa, não se pode criar uma obra independente recorrendo às instituições da própria ortodoxia.
É aí que poderá intevir pessoalmente ao adquirir a obra directamente. Não ultrapassando o preço de capa, terá direito a um exemplar devidamente personalizado e autografado pelo autor ao qual será acrescido um pequeno gift, com simbologia inerente ao livro, numa edição numerada e que está pré destinada para o escol daqueles que acreditam nas causas com efeito. Uma tranche dessa compra, reverterá para um fundo de pré-produção da referida longa metragem, e com isto, dará início num efeito “bola de neve” a uma série de outros livros sobre outras verdades que eventualmente também poderão passar a cinema.
A Obra e a sua História
Quando os navegadores portugueses chegaram à pequena ilha do Corvo, nos Açores, em meados do século XV, encontraram ali uma intrigante estátua de pedra, representando um cavaleiro com traços característicos do Norte de África.
A notícia poderia ser facilmente refutada, como rumor ou lenda, caso não tivesse uma fonte autorizada-pelo menos- por muitos silenciada ou ignorada ao longo dos séculos: Damião de Góis ( 1502/1574), o grande humanista português do Renascimento.
Quem foram os anónimos constructores de semelhante “ antigualha mui notável”, conforme refere textualmente o cronista de D.Manuel I?
Será o incrível monumento prova de uma plausível visita de povos da antiguidade, dos primordiais “ Senhores dos Mares” às ilhas ocidentais do “ Grande Oceano”, muitos séculos antes do ciclo europeu das descobertas marítimas lideradas elos portugueses?
Por que motivo foram desacreditados os testemunhos e pessoas da época? Nomeadamente o de Damião de Gois? E de Gaspar Frutuoso, o primeiro e reputado historiador açoriano? Que valores ou políticas pervaleceram então para que a história fosse manipulada e distorcida de uma forma tão ultrajante? Quem conspirou para que o rasto do monumento da pequena ilha açoriana fosse apagada e banida da história admitida?
Que ordem ou sociedade secreta trabalhou nesse sentido? De igual forma, que outra ordem ou sociedade secreta passou o testemunho aos portugueses das cartas de navegar e os conhecimentos de outros pontos geográficos através, e para além do Grande Oceano?
Porque é que os portugueses foram o povo eleito para dar novos rumos ao mundo?
Afinal, quem foram os mestres de Colombo?
Terão os Templários algo a ver com tudo isto?
Será que as cartas de navegar e os novos rumos para o Mundo é somente uma parte do tesouro templário?
Porque é que a universalização é a grande constante quer das mensagens da História, quer da simbologia de Portugal, exactamente a partir da época a que se convencionou chamar Descobrimentos?
No filme que estamos a preparar, e em que este livro é retratado, avançamos nas duas direcções. Mais para trás a todos os temas a que o livro incide, e um pouco mais para a frente deste. Essa é a agradável surpresa que estamos a preparar para todos.
Do Autor
Joaquim Fernandes é professor na Universidade Fernando Pessoa, no Porto, e cofundador do Centro Transdiciplinar dos Estudos da Consciência naquela instituição.
Publicou várias obras de investigação histórica, algumas em curso de tradução para os países de língua inglesa. Licenciado em história pela Univesidade de Letras do Porto, é autor de uma dissertação de mestrado em história moderna, sobre a vida conventual e a espiritualidade setecentista em Portugal. É doutorado em história com a tese “O Imaginário Extraterrestre na Cultura Portuguesa- do fim da modernidade até meados do séc-XIX”.
É membro de vários organismos internacionais, como a Society Of Scientific Exploration, da Universidade de Standfor, da Society for Science Frontier, da Universidade de Temple, e da History of Science Society ( a maior academia internacional dedicada ao estudo das interacções entre a ciência, tecnologia e medicina e sociedade).
.....” De tormentas isto protege. Não há Deus senão Deus. Para proteger de navegar fora de rumo”........
Esta é uma acção promocional
de
Causa Lusa- Gabinete de ideias
sexta-feira, 27 de junho de 2008
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Convite para a sessão de lançamento

O Círculo de Leitores e a Temas e Debates têm o prazer de convidar V.Ex.ª para a sessão de lançamento do livro O Cavaleiro da Ilha do Corvo da Autoria de Joaquim Fernandes que se realiza no dia 8 de Julho, às 21.00 horas, no Palácio Valenças, na Rua Visconde de Monserrate n.º1,(junto ao Museu do Brinquedo) em Sintra.
O livro será apresentado por António Manuel Conde de Araújo de Brito e Miguel Baena.
Será servido um porto de honra
terça-feira, 24 de junho de 2008
O Cavaleiro da Ilha do Corvo
“ A Conspiração dos Cristoforos”
Romance histórico
Autor: Joaquim Fernandes
Michael Serpa, um historiador americano descendente de açorianos decide seguir o rasto da intrigante Estátua da Ilha do Corvo, com a ajuda de uma colega portuguesa, Lúcia Lacroix. Michael é um homem determinado na sua missão, firmemente convicto de que o monumento representa algo mais do que uma simples lenda propagada por antigos navegadores.
A sua busca pela verdade será marcada por sobressaltos e surpresas. Começa pelos Açores, numa gruta submarina onde duas colunas de pedra apresentam misteriosas inscrições descrevendo uma ousada travessia do Ocenao Atlântico, e continua nos arquivos nacionais em Lisboa e noutros locais simbólicos onde os indícios se vão sucedendo numa sequência cada vez mais perigosa e complexa.
Michael Serpa e Lúcia Lacroix vêem-se empurrados para um fantástico desafio onde a manipulação da verdade histórica acaba por se transformar num jogo entre duas forças que se opõem: uma misteriosa organização, sobrevivente há cinco séculos, que tenta preservar a todo o custo o prestígio de Cristóvão Colombo e a prioridade ibérica das navegações entre as duas margens do Atlântico, e do outro lado, os herdeiros dos antiquíssimos “ Povos do Mar”, reunidos em torno de um símbolo mítico feminino, A Deusa Tanit.
Os historiadores vão enfrentar uma impensável conspiração que emerge dos bastidores mais recônditos da História.
O Cavaleiro da Ilha do Corvo não é apenas uma ficção histórica, mas antes um argumento plausível, um thriller intenso que expõe uma batalha decisiva em torno da primeira lei da História: a de contar sempre a Verdade.
Romance histórico
Autor: Joaquim Fernandes
Michael Serpa, um historiador americano descendente de açorianos decide seguir o rasto da intrigante Estátua da Ilha do Corvo, com a ajuda de uma colega portuguesa, Lúcia Lacroix. Michael é um homem determinado na sua missão, firmemente convicto de que o monumento representa algo mais do que uma simples lenda propagada por antigos navegadores.
A sua busca pela verdade será marcada por sobressaltos e surpresas. Começa pelos Açores, numa gruta submarina onde duas colunas de pedra apresentam misteriosas inscrições descrevendo uma ousada travessia do Ocenao Atlântico, e continua nos arquivos nacionais em Lisboa e noutros locais simbólicos onde os indícios se vão sucedendo numa sequência cada vez mais perigosa e complexa.
Michael Serpa e Lúcia Lacroix vêem-se empurrados para um fantástico desafio onde a manipulação da verdade histórica acaba por se transformar num jogo entre duas forças que se opõem: uma misteriosa organização, sobrevivente há cinco séculos, que tenta preservar a todo o custo o prestígio de Cristóvão Colombo e a prioridade ibérica das navegações entre as duas margens do Atlântico, e do outro lado, os herdeiros dos antiquíssimos “ Povos do Mar”, reunidos em torno de um símbolo mítico feminino, A Deusa Tanit.
Os historiadores vão enfrentar uma impensável conspiração que emerge dos bastidores mais recônditos da História.
O Cavaleiro da Ilha do Corvo não é apenas uma ficção histórica, mas antes um argumento plausível, um thriller intenso que expõe uma batalha decisiva em torno da primeira lei da História: a de contar sempre a Verdade.
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